Bresson e a Fotografia.

Na história da fotografia mundial o nome Henri Cartier-Bresson figura entre as grandes estrelas de todos os tempos. Nascido em “berço de ouro” em 1908, na capital Paris, Bresson sempre freqüentou grandes escolas e teve acesso desde cedo ao conhecimento de elite.  

 

Ao mesmo tempo se apaixonou pela “liberdade” terceiro-mundista, a partir de uma fotografia de Martin Munkasci, publicada na Revista Photographies em 1931, onde 3 meninos negros nus, no Congo, saem correndo em direção às ondas do mar, numa coreografia de dança, com a liberdade genuína do ser humano…totalmente livres sem obstáculos, poderosamente sensuais, exuberantes, joviais, vivos… leves e verdadeiros, brincando entre si, como se fossem os únicos possuidores da verdade humana.

 

Imagine Bresson fotografando nos tempos atuais, onde muitas vezes o equipamento (e o preço deste) fala mais alto do que o olhar e o bom-senso do fotógrafo.

Ele não usava tripé, somente uma Leica na mão, justamente para passar desapercebido e não perder o momento certo, o momento decisivo…assim, não perdia a fluidez do tema.

 

”FOTOGRAFAR É COLOCAR NA MESMA LINHA DE MIRA, A CABEÇA, O OLHO E O CORAÇÃO.” Henri Cartier-Bresson

 

Clicando aqui você terá a oportunidade de ler um interessantíssimo artigo sobre Bresson, escrito pela fotógrafa NÁDIA RAUPP MEUCCI.

 

Boa leitura e um abraço, Antonio Rossa

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