“Electro Catarina”: quando a tendência começa a se tornar fato.

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Olha só que legal! A galera do Electro aqui de Floripa tem ganhado um bom espaço na mídia a cada dia, mostrando que existem tendências que se firmam acima de um mero fluxo supérfluo. Três grupos vem se destacando nessa primeira comitiva, tratam-se de Superpose, Discobot e Mottorama, e que já preparam novidades para esse ano que se inicia. Em breve você saberá mais sobre o projeto Subtropics, que reúne os três grupos e todo um complexo de inovação em se tratando da concepção conceitual de um disco.

 

Isso é muito interessante, pois contribui bastante para que a nossa arte fique ainda mais colorida e diversificada, com novas possibilidades de fusões e sensações. Os ventos estão a favor, então é lançar-se ao mar, velejar e conquistar! Essa galera “elétrica” também tem ganhado espaço em blogs internacionais de renome, como o http://this.bigstereo.net/.

 

Confesso que sou um péssimo analista de tendências. Particularmente achei o primeiro disco do CSS – por exemplo – um saco, o segundo já rodou bastante e continua rodando por aqui, talvez devido ao fato da turma ter ampliado seu som e ao mesmo tempo ter saído do “quarto escuro” das tendências óbvias.

 

Então me parece que 2009 pode realmente vingar para essa rapaziada do Electro daqui, que já vislumbrava antes o que agora é a tendência lá fora, ou seja, “anteciparam o tapinha e devolveram um coice”. Não reinventaram a roda, mas estão fazendo as coisas de um jeito muito particular e interessante. E isso também é inovação, ou seja, fazer algo bem e do seu jeito.

 

Essa tendência, que aos poucos torna-se fato, automaticamente irá ganhar um público mais fiel e provavelmente um entendimento maior, até mesmo para aqueles que vestem a “malha simples”. Isso ter a ver com o tempo de cada coisa. Têm boas batidas ali, tem rock, tem pop e tem eletrônico. Os temperos é que dão o charme final e diferenciado. 

 

É impossível negar que Jean Mafra e Marcos Espíndola são dois dos maiores entusiastas do “Electro Catarina”, Mafra inclusive recheou seu primeiro disco solo com alguns desses elementos.  

 

Além do Superpose, já ouvi Isaac Varzim tocando ao vivo com Jean Mafra, e Jean Dada (Mottorama) tocando com a Maltines. Em ambas as apresentações, saí surpreso com as melodias e as sutilezas sonoras apresentadas. Estamos verdadeiramente no tempo das misturas, do simples violão folk ao intrépido noise, sem limitações.

 

E isso é muito bom!

 

Um electro-abraço, Antonio Rossa

One Response to ““Electro Catarina”: quando a tendência começa a se tornar fato.”

  1. […] das infos que li de vocês, e por conseqüências do projeto Subtropics, foi a manchete que diz ‘Electro-catarina: quando a tendência começa a se tornar fato’. Algo que genericamente, tenho que concordar – e concordo mesmo, em vários sentidos. Como é que o […]

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