O dia em que eu precisei falar de mim…

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Imagino hoje que a razão que me fez e me faz trabalhar com comunicação é uma paixão e uma necessidade de fazer com que ideias sejam transmitidas com clareza e propósito, e que possam chegar a seu destino.

 

Levar algo de alguém para alguém, uma importância, um gesto, um oi.

 

Talvez minha vocação tivesse me transformado em um carteiro, porém o tempo e as circunstâncias me levaram para outro caminho.

 

Penso que quando se transporta ideias, o produto da chegada é sempre diferente daquele da saída. As ideias moldam-se, transformam-se, mesmo quando repletas de algumas certezas.

 

Não há problema de estoque com as ideias, elas transformam o espaço, elas são espaço.

 

Elas também só ficam velhas quando a gente as esquece, porque ideia é para ser sempre lembrada, apoiada e de preferência transmitida a alguém, pelo menos um alguém.

 

 

O destino das minhas ideias quer alcançar o espelho das suas ideias, do seu ponto de vista, e que com isso possamos chegar mais perto de um entendimento sobre as coisas, sobre o motivo de estarmos aqui e vivos.

 

No fundo eu me sinto um carteiro, e me sinto honrado por isso.

 

Antonio Rossa

 

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