Ops!!! Perdoem-me cães!

 

preconceito

 

Quando nós pensamos em preconceito, é comum que alguns chavões pulem em nossa cabeça para tentar enquadrar a idéia que temos de tal coisa. Pensamos em um negro, em alguém gordo, em alguém pobre, mas também em alguém que não se enquadre em nossas perspectivas. Óbvio, existe preconceito contra ricos, nerds, judeus, pessoas bonitas e comuns também. Até em relação a coisas, lugares e comidas existe o “pré-conceito”.

 

Então, o preconceito não existe apenas em uma via, ele está na ida e na volta dos pensamentos da humanidade. Muito mais perto do que podemos imaginar. Está ali o nosso ego, nossos medos e nossas angústias, num turbilhão de vaidades incontroláveis. Por outro lado algo parece estar fora da “cesta” que reconhecemos como verdadeira e autêntica, isto é, algo se torna menor ou maior do que podemos realizar, pois é diferente, e isso nos assusta tanto quanto nos cativa.  

 

É difícil admitir o quão rasos somos para diversas coisas, não é mesmo? O que sabemos realmente do mundo? Acreditamos no telefone celular, mas fica difícil compreendermos que duas pessoas podem se comunicar telepaticamente. Vai ver que para duas mentes se interligarem é preciso um aval da TIM, ou da Claro, quem sabe?

 

Olho para uma estrela, vejo que ela lá está. Mas lá ela “não está”, ela nem mesmo existe. Apenas sua luz se faz presente.

Aí então eu lhe pregunto: Onde está o meu passado? E o meu futuro? Quem de nós pode enxergar o ano que vem? E o século passado? A moça e o Leão

 

Qual a velocidade pela qual nós compreendemos as coisas? Quanto tempo isso leva? E como isso chega até nós?

 

Mas tudo bem, existem os antidepressivos, então você não precisa sofrer, nem querer perceber que tudo está aí na nossa frente. Uma roupa bonita pode deixar sua ignorância para amanhã, e então amanhã você troca sua roupa e despista mais uma vez tal insensatez. Está certo, uma bela costura sobre uma alma que busca se elevar não me parece fazer mal a ninguém. 

 

Um mundo doente, que muito se olha no espelho, mas pouco se enxerga.

 

Um mundo onde os animais andam mais sensatos do que o bixo homem, pois eu conheço pessoas que mordem, já o Pitbull do meu vizinho é dócil e educado, quase uma maravilha de gente.

 

Ops!!! Perdoem-me cães!

 

Preconceito meu? Não, apenas uma corriqueira realidade.

 

Vamos rezar por nós.

 

Antonio Rossa

 

 

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