Archive for July, 2009

Aerocirco com clipe novo, Zimmer Fest e Samambaia!

Posted in musica with tags , , , on 31/07/2009 by transitoriamente

 

# Os catarinenses do Aerocirco estão com novo clipe na área. Trata-se do vídeo de “Não me leve a mal”, que contou com a direção de Rafael Dias e a edição/finalização de Telli Narcizo. De quebra você pode acessar www.dancaposcontemporanea.com.br e ganhar um presente muito bacana da banda. As risadas ficam por sua conta.

Zimmer Fest

# O gordinho-erótico Zimmer, da escrachada Ambervisions, irá comemorar seu aniversário amanhã (01 de agosto), no Bar Budo (antiga Creperia da Lagoa), na Lagoa da Conceição, em Floripa. Além da Ambervisions, a noite contará com Os Legais e Cochabambas. Farra e zoeira também estão garantidos.

Samambaia

# A explosiva Samambaia Sound Club voltará aos palcos da Capital Catarinense depois de mais de 2 meses sem dar as caras. Ótimo momento para ver e ouvir essa que é uma das bandas mais legais aqui de SC. A festa rolará no Vecchio Giorgio, na Lagoa, a partir das 23h.  Vale lembrar que a banda está finalizando seu segundo disco. Aliás, já tem gente esperando esse lançamento.

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AnimaKing lança teaser de “Minhocas”

Posted in cinema with tags , , , on 28/07/2009 by transitoriamente

Animaking

Muito bacana o teaser do longa-metragem de animação “Minhocas” (assista logo abaixo).

Todo feito em stop-motion, o longa é uma criação do AnimaKing (estúdio localizado em Florianópolis/SC) e tem previsão de lançamento para 2010, segundo o site do projeto (leia mais aqui).

Aliás, eu recomendo que você acesse o site do estúdio, lá têm muitas coisas bacanas sobre a produção do filme, entrevistas, curiosidades, vídeos e fotos. Muito interessante.

Agora é aguardar o filme chegar às telonas.

Um abraço, Antonio Rossa

Segunda-Feira-Clipes: The Dead Weather

Posted in musica with tags , , on 27/07/2009 by transitoriamente

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Já é praxe dizer que a música pop e o rock´n´roll andam meio sem gosto atualmente, o que vejo com certo realismo diante de uma crise que se revela não apenas em caráter monetário. A escassez do dinheiro é um dos reflexos de alguns modelos que o mundo parece estar gradativamente rejeitando.

Na música e nas artes não é diferente. Estamos em tempo de entre safra de conceitos e fórmulas. De alguma maneira passamos para o lado de dentro do ovo, e agora nos resta lutar para tentar quebrar essa casca.

Só aqui em SC eu conheço pelo menos umas 5 bandas que são uma espécie de “representantes comerciais” – ou “primas-pobres” – dos Strokes, por exemplo. Acho interessante (e bizarro) esse lance do sujeito dar mais valor para outras bandas do que para sua. A síndrome do vira-lata é quase uma condição de aceitação no mundo dos coronéis.   O que me preocupa é se isso é medo, bipolaridade ou mera preguiça?

Mas eis que nem tudo está perdido meus caros irmãos e irmãs.

Se Jack White fosse brasileiro, eu diria que ele seria uma espécie de Arnaldo Baptista, mais comportadinho, é claro. Não me refiro a sonoridades especificamente, mas a essa inquietude, esse apetite em busca de novas formas de expressão, e principalmente, aos seus “saltos” para fora das zonas de conforto.

Estar na última modinha é relativamente fácil, quero ver eu e  você peitar o que está fora disso, o que não é corrente óbvia. É mais fácil ser parecido com os Strokes, não é mesmo?

Abaixo o novo clipe do The Dead Weather, a banda do agora baterista Jack White.

Esse vídeo mostra de forma interessante esse tiroteio desesperado de meias-verdades, de meias-críticas e de meia-arte. Essa acidez que hoje percorre o imaginário de quem tem mais do que precisa, e que acaba vomitando pólvora ou covers dos Strokes.    

Eu ainda acredito no rock´n´roll.

Um abraço e uma ótima semana, Antonio Rossa

Passado? Futuro? Presente?

Posted in Uncategorized on 26/07/2009 by transitoriamente

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40 Anos do Homem na Lua.

26 Anos do Moon Patrol.

 

Reviva a infância!!!

http://jogosdeatari.com.br/game/moon-patrol


Lunático, eu?

Posted in Uncategorized with tags , , , on 21/07/2009 by transitoriamente

NASA

O homem “chegou” à Lua há 40 anos e aqui embaixo ainda tem gente miserável, em condições de vida humilhantes e sub-humanas.

Não dá para negar que  1,2 bilhão de pessoas sentadas em frente aos seus televisores preto e branco tem um tom épico e grandioso na nossa história. Além disso, existe essa ânsia humana em querer descobrir, encontrar respostas, então esse fato consegue preencher um pouco essa nossa lacuna natural.

O paradoxo entre essas conquistas e a situação dos famintos da África, por exemplo, é que tornam esses espetáculos da tecnologia e da ciência algo insonso e sem gosto em alguns momentos.

Sim, é inegável as inúmeras conquistas no campo das ciências desde que o homem foi ao Espaço. Da Aviação à softwares para detectação de doenças cardiovasculares, passando pelos tênis de última geração, aparelhos sem fio, lentes a prova de riscos, purificadores de água cada vez mais sensíveis, materiais mais leves e resistentes, entre outros.

A questão é que para grande da população mundial, a água continua escassa e muitas vezes contaminada, os pés estão descalços, o acesso aos hospitais é ainda difícil e a fome atinge um número inimaginável de pessoas, incluindo crianças em tenra idade.

É justamente esse tipo de contradição que faz com que tamanho empenho e suas conquistas não sejam verdadeiramente um grande passo para a humanidade, mas um grande passo para um pequeno e sortudo pedaço da humanidade. São coisas diferentes, e há um subproduto triste, miserável e oneroso nisso tudo.

Ah! O homem pisou ou não na Lua? O Lula e o Sarney devem saber.

Um abraço, Antonio Rossa

Segunda-Feira-Clipes: The Beatles

Posted in musica with tags on 20/07/2009 by transitoriamente

 

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Para começar bem a semana, um belo clipe para uma extraordinária canção… O sol está brilhando aqui na Capital catarinense. Mentes em ação!

Um grande abraço, Antonio Rossa

Manifesto “Música para Baixar”. Você conhece?

Posted in musica with tags , , on 19/07/2009 by transitoriamente

 

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As discussões sobre o futuro da comercialização e da divulgação da música vêm produzindo inúmeras possibilidades diante da tentativa das Majors em castrar as tendências que a internet propicia. MÚSICA DE GRAÇA ainda assusta até quem defende essa premissa, apesar da frase não fazer todo o sentido em si mesma.

O “de graça” não é tão de graça assim. É apenas um passo adiante na tentativa de rever a relação dos consumidores de música com os produtores de música.

Uma delas é o Manifesto Movimento Música para Baixar  (leia mais aqui ), que pretende mudar a perspectiva sobre quem baixa musicas gratuitamente pela internet, e que está prestes a se tornar uma espécie de “contraventor dos novos tempos”.

Tráfico de músicas, você já pensou?

“Fulano de tal” foi preso com 1.000 músicas não-registradas em seu I-Pod.

É claro que os modelos comerciais aqui e nos EUA, por exemplo, são bastante diferentes entre si. A nossa relação com o consumo difere da forma como o Europeu e o Norte-Americano consomem, e isso precisa ficar muito claro, para que não haja prejuízos para a turma da música e das artes do lado de cá.

Ao mesmo tempo, não é difícil notar que a música isoladamente precisa ser repensada como produto, já que hoje existem elementos artísticos que se somam à arte final, como um CD/DVD ao vivo, um videoclipe bem produzido, um pen-drive e um website personalizados, uma sessão de fotografia profissional, enfim, agregadores de valor que estão fazendo com que a cadeia comercial se reinvente.

É possível perceber que a música não está perdendo mercado ou sendo desvalorizada, o mercado e as relações das pessoas com ele é que está se modificando. Assim sendo, artistas, produtores e divulgadores terão que repensar esses detalhes, que já estão se tornando fundamentais para a comercialização da música.

Acho engraçado que hoje ainda tenham bandas que juntam seus trocados para pagar o jabá da rádio mais próxima, ao invés de investir esse capital para produzir um espetáculo melhor, gravar um bom clipe ou montar um material gráfico bem feito. Grande parte do lixo que a gente ouve nas rádios é fruto desse mercado paralelo.

Como mudar? Faça o seu melhor, vá além, produza o melhor show que você puder, grave um bom disco (ou single ou EP), busque a melhor canção dentro de você, faça parcerias com bandas de outras cidades/estados/países, busque as rádios comunitárias e use bem o ambiente da internet. Só depende da gente e dos nossos esforços.    

O mais importante, acredito eu, não é se dá pra viver de música. A questão é que não dá pra viver sem música. E isso é fato.

Bom som e um abraço, Antonio Rossa