Sopa de música

Mesmo depois de todo o alarde em cima dos patéticos iPads (sim, eu acho uma “invenção quase desnecessária”) o Vale do Silício ainda é o oasis da inovação tecnológica mundial.

Obs.: É pecado falar mal de objetos? Ou é pecado não saber falar mal de objetos?

Estamos naquela fase da história onde as máquinas e os softwares têm sido, em termos, mais importantes do que o conteúdo que os alimenta.

É notório que estamos sobre um período onde as porteiras parecem abertas, isto é, Google´s e Facebook´s da vida estão angariando gente, números, dando-nos em troca serviços grátis e uma possibilidade de exposição que incentiva a canalização de nossos ímpetos narcísicos e ególatras, somadas às preciosas informações que nós lhes fornecemos, também de graça, claro.

Digamos que Viena, a capital da Áustria, foi uma espécie de “Vale do Silício” dos Séculos XV ao XIX, porém com maiores dotes relacionados à música, a arte, a arquitetura e as ciências humanas.

É de lá que surgiu esse inusitado e contemporâneo “grupo musical à base de vegetais”.

The Vegetable Orchestra (site do grupo) foi fundada em 1998 e se utiliza de instrumentos feitos a base de vegetais. Aqui no Brasil eu conheço, por exemplo, o grupo mineiro Uakti, que faz seus instrumentos a base de canos e tubos de PVC. Inclusive eu já tive a honra de entrevistá-los (Assista abaixo).

Não parece haver fronteiras para o “fazer musical”.

Bom apetite.

Antonio Rossa

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