Archive for music

Foo Fighters e sua escola de sucesso

Posted in musica with tags , , , , , , , on 28/07/2011 by transitoriamente

Por mais que se fale e se analise a ideia de preconceito, é quase comum esbarrarmos em análises superficiais diante de muitas coisas que estão ao nosso redor. De fato, é praticamente impossível nos aprofundarmos em toda e qualquer coisa que nos é oferecido, pelo menos não com nosso Q.I médio.

Quero dizer que quando olhamos para uma bela jovem modelo ou um rock-star, um empresário bem-sucedido ou um ator de renome, é comum julgarmos aquilo baseado em algumas poucas premissas. 

Ah! Ele é feliz! – Nossa, que sucesso! – Que sorte desses rapazes!

Olhar a ponta do iceberg é o normal, o quanto estamos dispostos a ir mais a fundo é uma possibilidade. Se vamos ou não, cada um com suas decisões.

Assistindo ao indispensável Back and Forth, o recém-lançado documentário (o filme estreou nos cinemas em abril nos EUA) sobre a banda norte-americana Foo Fighters, é possível fazer um bela reflexão à respeito da real condição de uma grande banda, seus caminhos e seus percalços.

Aliás, é importante entender que mesmo depois de consagrado como baterista de uma das maiores bandas do planeta (leia-se Nirvana), Dave Grohl à época do início do FF não teve tapetes vermelhos e garantias de consagração a seus pés. Creio ser esse o ponto-chave do filme.

A partir dessa constatação e de uma fita demo gravada sozinho pelo próprio Grohl há 16 anos, é possível iniciar essa viagem pelo documentário dirigido por James Moll (premiado com um Oscar pelo documentário The Last Days – 1998 ).

Um material indispensável (com filme + 35min de extras) não apenas para músicos, mas para aqueles que acreditam que a perseverança precisa dar as cartas em qualquer empreendimento de qualquer natureza. Imagine então em relação à própria vida.

Antonio Rossa

Obs.: Vale lembrar que o DVD está com um preço bem bacana em diversas lojas e sites. 

Aquiles Priester & Dream Theater

Posted in musica with tags , , , , , , , , on 26/04/2011 by transitoriamente

A concorridíssima vaga para o posto de baterista da banda norte-americana Dream Theater, deixada pelo legendário Mike Portnoy, foi disputada por sete bateristas, incluindo o brasileiro – e parceiro da Transitoriamente – Aquiles Priester (Hangar).

Até onde sei o novo baterista já está gravando o que será o novo material do DT, desde janeiro último. O resultado ainda é uma incógnita.

Thomas Lang, Virgil Donatti, Mike Mangini, Marco Minnemann, Derek Roddy, Peter Wildoer, além de Aquiles, foram os nomes por trás dessa grande disputa que recentemente ganhou um belíssimo e épico trailer (abaixo). Os episódios desse trailer já começaram a aparecer no youtube (clique aqui).

Qualquer uma dessas feras certamente fará jus ao posto, porém não posso deixar de dizer que a minha torcida é pelo Brasil, ou seja, Aquiles Priester.

Antonio Rossa

The White Stripes chega ao fim!

Posted in musica with tags , , , , , , , on 03/02/2011 by transitoriamente

Nós nunca sabemos exatamente quando as coisas começam, mas é fundamental perceber quando elas acabam.

Perceber que o melhor passou é um tremendo exercício de desapego, por vezes confuso e dolorido, mas necessário e possivelmente esclarecedor.

O incrível duo The White Stripes anunciou ontem (02.fev) o seu fim (leia aqui a declaração da banda).

Formado em 1997 (Detroit/USA) por Meg e Jack White, o duo gravou 6 importantes discos, trabalhou a palavra “conceito” como poucos e ainda deu ao mundo o talento ímpar de Jack.

Deixou um belo material que certamente ecoará pelos ouvidos e olhos dos apreciadores da boa arte.

O fim é também um começo.

Antonio Rossa

Aquiles Priester lança biografia

Posted in musica with tags , , , , , , , , on 13/12/2010 by transitoriamente

A mídia está repleta de vendedores de produtos e sonhos duvidosos, com belos rostos, design arrojados, porém funcionalidades nem sempre satisfatórias.

Na música e na arte não é diferente, muitos ainda acreditam que uma bela roupa já é suficiente, e que ao “vestirem-se” de artistas o caminho já estará em parte trilhado. Ledo engano, é preciso muito mais do que souveniers e bons perfumes.

Aquiles Priester é um dos maiores bateristas do mundo, um talento extraordinário e um fato em si mesmo. Ponto!

Independentemente de gostos pessoais, o talento é algo que paira acima dessas particularidades, mostra-se, faz-se, concretiza-se.

Engana-se quem pensa que uma varinha mágica transforma pessoas em gênios do seu ofício. Trabalho, muito trabalho, tempo e dedicação são apenas alguns dos ingredientes para se alcançar a excelência.

Na biografia “De Fã à Ídolo” Aquiles relata parte do seu caminho para alcançar seus ideais, suas dificuldades em constraste com suas convicções.

Um livro fundamental, que não apenas desvenda mitos do sucesso como deixará qualquer pessoa ciente de que não existe resultados de graça.

Num mundo imediatista, a “biografia do Polvo” certamente lhe dará algumas preciosas dicas.

Boa leitura.

Antonio Rossa

ENTREVISTA (Especial para o blog Transitoriamente)

TM – Hoje vivemos num mundo imediatista, um verdadeiro contraste com sua história, que ainda é de perseverança e muita dedicação ao seu ofício, e que levou tempo para maturar e gerar frutos. Existem atalhos para o sucesso?

Aquiles Priester: Não consigo ver as coisas desse jeito. Eu nunca fiz e nunca faço as coisas pelo sucesso ou pelo retorno que elas podem me dar. Prefiro sempre acreditar no trabalho como um todo, como algo em que eu realmente confie e o que vier de retorno será real e duradouro.
Desde o início da minha carreira, sempre pratiquei para melhorar minha performance e ter orgulho do meu trabalho como músico. Tenho muito prazer em ficar horas e horas repetindo os detalhes na bateria para pode me apresentar bem. Muitas vezes gostaria de ter mais tempo para praticar mais, mas a vida continua e passa muito rápido. Preciso sair do palco com a missão cumprida. O pequeno sinal de insatisfação com o meu trabalho não me faz bem e quero sempre ter certeza que estou fazendo o meu melhor.

TM – Nas partes mais velozes de uma música, quando a suas pernas e braços já se dividiram em infinitas partes (risos), o que passa pela sua cabeça? Você consegue ver aquilo em “câmera lenta”? Como é?

Aquiles: Ahahahaha, não! Consigo ouvir muito bem o que estou tocando… Na minha monitoração, tanto no meu “side” como no meu fone de ouvido só escuto minha bateria e isso me faz muito crítico a tudo que toco. Preciso dar uma base sólida para meus companheiros de banda ou para quem estiver tocando comigo. Nas partes rápidas só quero soar como uma máquina e qualquer deslize ou nota mais fraca fica bem evidente na minha monitoração.

TM – É natural que as pessoas achem que você só ouve metal ou similares. No “Infallible”, que realmente foi um disco extremamente ousado do ponto de vista estético, essa ideia em termos se desfez. Quem lhe conhece sabe que para você a música está acima de estilos. Em sua opinião, os fãs do metal estão atualmente mais abertos para estilos  diversos?

Aquiles: Com certeza! Música feita para ser apreciada, e acho que todo mundo gosta de música boa. Hoje em dia a galera se mistura e os estilos estão cada vez mais disseminados… Sou da época em que não existiam tantos estilos…

TM- E essa estória do Dream Theater? Estão dizendo por aí que você seria um provável candidato ao posto do Portnoy. Isso procede?

Aquiles: O que posso dizer é que estou curtindo muito tudo disso. Nunca imaginei que as pessoas me achariam capaz de entrar no Dream Theater… Com certeza isso é muito bom para minha carreira e isso é tudo que posso falar no momento.

Têm outras coisas boas acontecendo ao mesmo tempo, meu DVD The Infallible Reason of my Freak Drumming, será lançado no mundo tudo por uma empresa americana chamada Mel Bay Publications, e eles darão ênfase no mercado dos EUA. Em janeiro vou para a Namm Show (EUA) acompanhar o lançamento e participar do evento “Paiste Day” junto com o Elóy Casagrande, no Musicians Institute de Los Angeles.

Fora isso, saiu uma entrevista minha na Modern Drummer americana e isso repercutiu muito bem para minha carreira, pois essa é a maior vitrine da bateria mundial, ou seja, tudo está indo muito bem! Tem também minha biografia que está sendo um sucesso, pois as pessoas se identificam com a história por saber que não nasci numa família de músicos e que nunca as coisas foram fáceis para mim.

TM – Como você avalia a “Infallible Tour 2010”?

Aquiles: Já temos uma boa ideia de como tudo funciona agora depois de oito meses de trabalho com essa estrutura surreal que estamos levando para os shows. Em muitos lugares por onde passamos as pessoas dizem que o show do Hangar foi a maior estrutura que já viram e isso é uma resposta fantástica para a gente. Ainda vamos longe com essa tour. A ideia e seguir até o final de 2011, porém já estamos escrevendo músicas novas sempre que temos tempo para isso.

A banda amadureceu muito e estamos numa fase muito boa. Fora o show elétrico, temos também o nosso show acústico que nos possibilita tocar numa infinidade de lugares que não comportam a estrutura do nosso show elétrico.

TM – Em termos de sonoridade, qual será o próximo passo do Hangar?

Aquiles: Tenho medo de prever algo. Geralmente vamos seguindo nossa vontade. A única coisa que posso garantir, e que já é tradição no Hangar, é que não vamos nos repetir. Isso é mais do que certo!!! E ainda precisamos gravar um DVD da The Infallible Tour!

Visitem: www.hangar.mus.br e www.aquilespriester.com

Holiness e Transitoriamente no Top10 MTV!

Posted in musica with tags , , , , , , , on 08/12/2010 by transitoriamente

O dia de hoje, 08.12.10, marca uma grande vitória para a Transitoriamente, para a banda Holiness e para a música independente de SC e RS.

Pela primeira vez na história uma produção catarinense de videoclipe alcança o Top10 MTV,  o maior termômetro nacional desse segmento.

Só posso agradecer a todos que ao longo desses últimos 4 anos vem trabalhando e apoiando a nossa música e toda a cadeia produtiva.

Essa vitória é nossa!!!

Um grande abraço,

Antonio Rossa

Estilos, estilos musicais e/ou música?

Posted in musica with tags , , , , , , on 04/11/2010 by transitoriamente

Eu desconheço quantos erros graves existem na arte, mas um deles certamente é o do artista fazer algo que o público espera dele.

Quem necessariamente precisa me avisar das mudanças é o Judiciário, o Governo, a marca do achocolatado, da pasta de dente, do consórcio, do computador. O artista precisa se expressar, colocar para fora pontos de vista sem a necessidade de tantos lastros pré-definidos, sem avisos prévios nem medo do novo, caso contrário não precisaríamos de música e sim de relatórios semanais assinados e autenticados em cartório.

O artista precisa tomar cuidado para não cair facilmente na armadilha do “mercado”,  pois caso contrário a não utilização de artifícios sexuais já seria uma tremenda de uma incompetência, ou quem sabe até uma ingenuidade perigosa.

Quem dá mais?

O FUTURO DA MÚSICA

Encanta-me o grito de algumas partes em relação ao futuro da música. A maioria mais evidente (aquela que mais grita e aparece) diz que a música eletrônica seria esse caminho. Em um outro extremo estaria a música erudita e todas as suas “inexatidões exatas”

Simplesmente não consigo ser taxativo a ponto de gostar de algo e rebaixar a outra parte para que essa opinião se consolide. Sei que esta é a temática da maioria dos discursos, mas não aqui.

Ouvir uma orquestra é uma experiência fantástica, singular, ao mesmo tempo simpatizo com as facilidades e as possibilidades da música eletrônica, e de alguma forma acredito que mais pessoas poderão ter suas experiências sonoras (primeiras ou não) no contato com computadores, no conforto do espaço onde estiverem, de forma interativa e relativamente barata.

Mas isso é música? O sinal de ocupado faz de um telefone um instrumento musical?

Isso não exclui, ou pelo menos não deveria excluir, os instrumentos musicais dos mais variados tipos e espécies, e no fundo espera-se que cada instrumento leve o entusiasta a querer trilhar novos caminhos, do acústico ao eletrônico, do eletrônico ao elétrico, tudo misturado e assim por diante. Não vejo motivo para tentar destituir este ou aquele estilo. Achar complementaridades e equilíbrio parece uma grande ideia a fim de levar a música e a arte para outros estágios.

Caso esse fenômeno “eletrônico”, natural em se tratando da nossa realidade virtual, favoreça a ampliação do universo e das possibilidades artisticas e musicais das pessoas, estaremos não delimitando a música, mas a ampliando.

Rossa, é ainda necessário discutir esse tema?

Ver os recursos eletrônicos como parceiros da música, o que já é inteligentemente utilizado por alguns artistas, nada mais é do que fazer um prato com os ingredientes que você tem em mãos. Quase todo desequilíbrio irrita, e na arte isso parece ser ainda mais sensível.

Caso Dylan tivesse de fato ouvido aquelas vaias em 65, talvez nem Dylan nem a música Folk tivessem prosperado com a força que ainda hoje vemos e ouvimos.

Quem tem que ser politicamente correto, inevitavelmente, é a marca do Xampu, das lentes de contato e a Receita Federal. O artista precisa romper, discutir e propôr. Até uma possível orquestra da Receita Federal deveria passar longe dos escritórios.

Qualquer discurso, hoje, que pregue um estilo como “a salvação” soará um tanto quanto fora de tom, mesmo reconhecendo a força e o poder das questões mercadológicas e midiáticas mundialmente unilaterais. A música em si é muito maior do que qualquer estilo específico, e a força real da arte não necessariamente deve estar vinculada à audiência.

Van Gogh morreu à míngua, tendo vendido apenas um único quadro durante toda sua vida. Foi reconhecido apenas um século após a sua morte. Injustiça, ignorância ou uma mera e natural deformidade no tempo?

Máquinas não fazem artistas… Quanto muito os auxilia.

O artista não deveria ficar tão preso ao relógio, a não ser na hora de gravar e ensaiar em estúdios.

GAGA vs YOUNG

Abaixo seguem dois vídeos que, apesar de serem díspares conceitualmente, representam pelo menos dois tipos de força. O primeiro é o aclamado videoclipe Telephone, da cantora Lady Gaga, e todo seu liquidificador de desconstruções e referências. O segundo vídeo é do mais recente trabalho do cantor e guitarrista Neil Young, Le Noise, que leva o minimalismo e o vazio a pontos extremados.

Gaga processa e reprocessa ícones, jogando na mente das pessoas ideias material e comercialmente muito claras, mesmo que tudo isso esteja no meio de um aparente turbilhão de nonsenses. Compre, beije, transe, clique e ligue.

Young, ao meu ver, vai esteticamente ainda mais longe. Para quem o conhece a escuridão e o “monoton” de seu novo material servirá como uma tela em branco diante de um grande pintor. Ele deixa você criar em sua mente os outros instrumentos, há espaço de sobra pra isso.

Arte social?

DA CAIXA DE FÓSFOROS AOS SINTETIZADORES

Para quem o “bicho” da música pegou, sabe que tanto uma caixa de fósforos quanto um violão ou um sintetizador funcionam como ferramentas de expressão sonora, acima de estilos fixos.

A indústria sim precisa de tabelas, gráficos e planilhas para entender o mercado musical, já os amantes da música sentem o som desde a respiração até o toque dos dedos na mesa da cozinha simulando uma batida qualquer.

A preocupação maior acaba por encontrar reflexos na educação da sociedade. Jovens e adultos alienados que veêm na possibilidade da escolha da cor de um tênis uma chance democrática, acabam por se tornarem presas fáceis de um sistema uníssono e de ideias prontas.

Algumas ideias fundamentalmente precisam de maturação, não adianta esquentá-las no microondas.

CARROS, CERVEJAS E TELEFONES

Por exemplo, assista às propagandas que passam no intervalo da novela das nove na Rede Globo.  Eu posso estar errado, mas digamos que mais de 70% delas tem relação direta com a indústria automobilística, de bebidas e de telecomunicações. É carro, cerveja e telefone, tudo envolto por belas e cintilantes mulheres cercadas por grupos de homens famintos e sedentos.

Imagine agora que num intervalo de duas horas a sua mente é bombardeada pela ideia de poder, luxúria e desejo que alguns objetos podem lhe proporcionar, porém sem a garantia de que lhe proporcionarão. Na nota fiscal você verá apenas uma garantia sobre defeitos de fabricação, e só.

Alguém então dirá: “É apenas uma questão de desligar a TV ou mudar o canal”.

Não! Não é apenas uma questão.

Isso é parte do cardápio que nos é dado, e nem sempre a escolha tem relação direta com o escolher.

Você escolhe os políticos que você deseja ou você escolhe os políticos dentro de uma lista que lhe é dada?

Onde está a escolha nisso?

Antonio Rossa

Transitoriamente com a alma na África

Posted in musica with tags , , , , , on 23/10/2010 by transitoriamente

Uma das coisas mais interessantes do universo audiovisual é a possibilidade de estarmos em diversos lugares com pessoas diferentes partilhando de uma ideia em comum.

Depois de três videoclipes seguidos de heavy-metal chegou a hora de mergulharmos em um ambiente mais sereno, para tratarmos de assuntos mais próximos ao coração.

A cantora africana Nicole Obele passou uma temporada em Florianópolis, e foi nessa passagem que surgiu a ideia do roteiro para o videoclipe de “Kal Mè”, uma belíssima e sofisticada balada jazz.

Enquanto a Seleção Brasileira de Futebol jogava um balde de água fria no sonho do hexa, nós nos refugiamos no Espaço Engenho (de Bárbara Mucciollo e Carol Zingler), no Canto da Lagoa, e colocamos o nosso coração dolorido à disposição da arte. A África então veio até nós.

Vale lembrar que algumas imagens foram gravadas no Taiko do Shopping Iguatemi, que gentilmente nos cedeu o espaço.

Mais uma vez tive a honra de trabalhar com grandes talentos como o músico (e ator no clipe) Marco “Nego” Aurélio, o editor Rodrigo Dutra, o diretor de fotografia Rafael Gue Martini, o fotógrafo Ale Carnieri, a produtora Marcela Machado e, pela primeira vez, com a atriz Simone Moraes, a diretora de arte Bárbara Mucciollo e o maquiador Bruno Grando.

Nicole viajou a Paris onde trabalhará na divulgação do clipe, além de sua terra natal Camarões.

O resultado desse trabalho vocês conferem agora.

Um abraço, Antonio Rossa